Não
são nem 7 da manhã e Nelson e Dário olham a moto na carreta. Pensam em soluções
de como consertar a tal pedaleira. Inúmeras ideias já foram pensadas, até a
ideia bagual de colocar uma cela e ir com o pé no estribo já foi cogitada.
Dentre tantas possibilidades decide-se por uma solução mais definitiva: fazer a
solda.
Inicia-se então a jornada na cidade atrás de soldador. Cidade pequena o tempo passa diferente: nada acontece,então não se tem pressa para nada. A cidade começa a se movimentar as 9 da manhã. Em uma oficina mecânica aberta conseguimos que alguém acorde um soldador.
Ontem quando chegamos na cidade, a localização do hotel no Waze estava errada. Perguntamos para alguém na rua onde era o hotel e este nos disse para segui-lo que ele nos indicaria aonde era o hotel. Quem era o soldador? Esse mesmo cara que tinha nos guiado até o hotel. A cidade é pequena mesmo.
O soldador diz que é possível fazer a solda. Numa conta rápida vimos que para cobrir os 538 km até Esquel levaríamos 6 horas sem considerar as paradas. Em um cálculo pessimista com 2 paradas o tempo total seria de 7 horas. Colocamos como horário limite de saída 11 horas. Só esquecemos de combinar com o soldador.
Lembra aquela história do tempo passar diferente: Então. Aquela solda que não levaria mais do que meia hora levou mais de 3. Conseguimos pegar a pedaleira as 12:20. O processo de instalação da pedaleira parecia pit stop de fórmula 1: Nelson já estava ajoelhado com as chaves Allen preparadas. Guilherme se posicionava para segurar a peça na posição em que deveria ser fixada. Rubens mais do que pronto para criticar o serviço. Após a chegada da peça em menos de 10 minutos estávamos na estrada. Mais de 1 hora e 30 além do previsto.
A ideia é manter uma boa média de velocidade. Nos primeiros kms é fácil pois a estrada é boa e vazia. A primeira parada é em Rio Mayo, a 130 km de Perito Moreno. A parada é no estilo pit stop. Fuel and go. 13 minutos cronometrados de parada. Uns 80 km depois da parada a qualidade da estrada piora bastante.
As estradas na Argentina são na sua maioria muito boas. Entretanto, alguns trechos de 40 a 50 km são completamente esburacados. Nesses trechos é difícil manter uma velocidade, especialmente para o pace car pois as motos por vezes conseguem desviar dos buracos com mais facilidade.
Após esse trecho de 40 km a estrada volta a melhorar e a média de velocidade aumenta novamente. O problema é que com a distância entre os postos de 230 km e com a velocidade aumentando para 120 km/h o consumo da Deluxe aumenta muito. Com isso, nos últimos 25 km antes do abastecimento em Gobernador Costa a velocidade da Deluxe reduz bastante para chegar no posto. Apesar disso, a média geral foi boa e assim Nelson permite até que se tome um café.
Com a distância de 180 km para Esquel e uma bela paisagem de montanhas, chegamos em Esquel as 18:30. As 2 paradas somadas não levaram mais de 35 minutos. E com o por do sol as 8 da noite chegamos ainda com claridade. Agora é achar um lugar para jantar e depois dormir porque amanhã tem mais. Rumo a Bariloche.
Inicia-se então a jornada na cidade atrás de soldador. Cidade pequena o tempo passa diferente: nada acontece,então não se tem pressa para nada. A cidade começa a se movimentar as 9 da manhã. Em uma oficina mecânica aberta conseguimos que alguém acorde um soldador.
Ontem quando chegamos na cidade, a localização do hotel no Waze estava errada. Perguntamos para alguém na rua onde era o hotel e este nos disse para segui-lo que ele nos indicaria aonde era o hotel. Quem era o soldador? Esse mesmo cara que tinha nos guiado até o hotel. A cidade é pequena mesmo.
O soldador diz que é possível fazer a solda. Numa conta rápida vimos que para cobrir os 538 km até Esquel levaríamos 6 horas sem considerar as paradas. Em um cálculo pessimista com 2 paradas o tempo total seria de 7 horas. Colocamos como horário limite de saída 11 horas. Só esquecemos de combinar com o soldador.
Lembra aquela história do tempo passar diferente: Então. Aquela solda que não levaria mais do que meia hora levou mais de 3. Conseguimos pegar a pedaleira as 12:20. O processo de instalação da pedaleira parecia pit stop de fórmula 1: Nelson já estava ajoelhado com as chaves Allen preparadas. Guilherme se posicionava para segurar a peça na posição em que deveria ser fixada. Rubens mais do que pronto para criticar o serviço. Após a chegada da peça em menos de 10 minutos estávamos na estrada. Mais de 1 hora e 30 além do previsto.
A ideia é manter uma boa média de velocidade. Nos primeiros kms é fácil pois a estrada é boa e vazia. A primeira parada é em Rio Mayo, a 130 km de Perito Moreno. A parada é no estilo pit stop. Fuel and go. 13 minutos cronometrados de parada. Uns 80 km depois da parada a qualidade da estrada piora bastante.
As estradas na Argentina são na sua maioria muito boas. Entretanto, alguns trechos de 40 a 50 km são completamente esburacados. Nesses trechos é difícil manter uma velocidade, especialmente para o pace car pois as motos por vezes conseguem desviar dos buracos com mais facilidade.
Após esse trecho de 40 km a estrada volta a melhorar e a média de velocidade aumenta novamente. O problema é que com a distância entre os postos de 230 km e com a velocidade aumentando para 120 km/h o consumo da Deluxe aumenta muito. Com isso, nos últimos 25 km antes do abastecimento em Gobernador Costa a velocidade da Deluxe reduz bastante para chegar no posto. Apesar disso, a média geral foi boa e assim Nelson permite até que se tome um café.
Com a distância de 180 km para Esquel e uma bela paisagem de montanhas, chegamos em Esquel as 18:30. As 2 paradas somadas não levaram mais de 35 minutos. E com o por do sol as 8 da noite chegamos ainda com claridade. Agora é achar um lugar para jantar e depois dormir porque amanhã tem mais. Rumo a Bariloche.
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