Guilherme aparece no café sorrindo. E não é pela
Sibelle. A neve caindo lá fora, as estradas cobertas de neve e a previsão da
continuação da neve pelos próximos 2 dias são a confirmação de que alugar um
carro para vir de Rio Galegos para Ushuaia foi completamente acertada.
Os carros tem as seguintes tripulações: no pace car Fernando, Clarissa, Nelson e Dario. No carro alugado Guilherme, Sibelle, Rubens e Fernanda. Ainda na cidade de Ushuaia o carro alugado patina em uma subida e como alternativa para vencer a neve tem que subir a lomba de marcha ré.
Se tinha neve na cidade,tinha muito mais na serra. Nevou tanto nos 2 últimos dias que tem pontos que mal da para definir o que é estrada e o que não é. Entretanto, por causa da neve, a estrada fica ainda mais bonita. Passados a serra, quase na cidade de Rio Grande, a neve simplesmente some como num passe de mágica e a viagem volta a ter o cenário normal.
A primeira parada é em um posto de gasolina na fronteira da Argentina com o Chile. Depois de errar a imigração na ida, aprendemos a lição para a volta. Entramos na imigração e......... está errada. Entramos na imigração para entrar na Argentina. Do outro lado da rua ( na nossa mão ) era a imigração para sair da Argentina. Após a imigração e mais carimbo no passaporte saímos da Argentina. 10 km a frente, fazemos a entrada no Chile. E mais carimbo.
Um possível contratempo que levamos em consideração é a balsa que atravessa o estreito de Magalhães. Porém, assim como na ida, tivemos sorte e menos de 5 minutos depois de chegar no ponto de embarque a balsa chegou.Essa balsa, diferente da ida, tinha uma cabine grande para espera e um bar. Depois de 15 minutos de viagem chegamos no porto e seguimos viagem pelo Chile.
Na imigração conseguimos a proeza de parar na imigração errada de novo. E assim mantivemos nossa média de 100% de erro nas aduanas. A viagem segue tranquila porém os últimos 30 km a estrada é bastante esburacada, diferente da grande maioria do percurso. Chegamos em Rio Galegos por volta das 5 da tarde e os motociclistas foram buscar suas máquinas. Afinal de contas, amanhã é Calafate na proa e a previsão é de vento.
Os carros tem as seguintes tripulações: no pace car Fernando, Clarissa, Nelson e Dario. No carro alugado Guilherme, Sibelle, Rubens e Fernanda. Ainda na cidade de Ushuaia o carro alugado patina em uma subida e como alternativa para vencer a neve tem que subir a lomba de marcha ré.
Se tinha neve na cidade,tinha muito mais na serra. Nevou tanto nos 2 últimos dias que tem pontos que mal da para definir o que é estrada e o que não é. Entretanto, por causa da neve, a estrada fica ainda mais bonita. Passados a serra, quase na cidade de Rio Grande, a neve simplesmente some como num passe de mágica e a viagem volta a ter o cenário normal.
A primeira parada é em um posto de gasolina na fronteira da Argentina com o Chile. Depois de errar a imigração na ida, aprendemos a lição para a volta. Entramos na imigração e......... está errada. Entramos na imigração para entrar na Argentina. Do outro lado da rua ( na nossa mão ) era a imigração para sair da Argentina. Após a imigração e mais carimbo no passaporte saímos da Argentina. 10 km a frente, fazemos a entrada no Chile. E mais carimbo.
Um possível contratempo que levamos em consideração é a balsa que atravessa o estreito de Magalhães. Porém, assim como na ida, tivemos sorte e menos de 5 minutos depois de chegar no ponto de embarque a balsa chegou.Essa balsa, diferente da ida, tinha uma cabine grande para espera e um bar. Depois de 15 minutos de viagem chegamos no porto e seguimos viagem pelo Chile.
Na imigração conseguimos a proeza de parar na imigração errada de novo. E assim mantivemos nossa média de 100% de erro nas aduanas. A viagem segue tranquila porém os últimos 30 km a estrada é bastante esburacada, diferente da grande maioria do percurso. Chegamos em Rio Galegos por volta das 5 da tarde e os motociclistas foram buscar suas máquinas. Afinal de contas, amanhã é Calafate na proa e a previsão é de vento.
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