Sair
(quase) sem destino. Esse era o roteiro do dia. Na verdade o objetivo era
chegar a Lós Angeles, no Chile. O problema é que não sabíamos quanto tempo
iríamos gastar na alfândega chilena. Desta forma, não reservamos nenhum hotel e
deixamos para decidir após passar a fronteira.
A saída de Bariloche é pela rota 40 beirando o belo lago Nahuel Huapi. A tripulação das motos teve uma substituição: Bobbi, o recém chegado dos EUA, assumiu a BMW enquanto Rubens foi para o carro alugado. Com certeza Rubens se arrependeu de ter feito a troca. A temperatura é de 9 graus, não tem vento e a estrada é perfeita. Uma subida de serra com curvas fechadas fazem os motociclistas irem ao delírio. Chegamos a subir até 1200 metros, antes de começar a descida, com pista seca mas muita neve nos arredores. Difícil de acreditar que se teria essa condição climática na Argentina especialmente em outubro.
Depois de 120 km, chegamos na fronteira da Argentina com o Chile. Depois de fazer a saída da Argentina, continuamos subindo até chegar no Chile. E a estrada continua com um visual indescritível. Após entrar no Chile, começamos a descida da serra. Impressionante como basta passar a fronteira e o visual já muda: muito campo, gado, plantações. O Chile, devido à falta de área fértil, aproveita bem as terras. No fim da serra, um trecho de uns 20 km de estrada em construção que faz o trânsito ficar bem lento.
Após este trecho, entramos na highway. Apesar de ampla e segura, a estrada é monótona. Paramos para abastecer e comer um sanduíche. Um cartão de crédito não funciona e alguém saca dinheiro para se pagar um sanduíche. É a sorte. Na highway, há varios pedágios e só aceitam pagamento em dinheiro e só de pesos chilenos. Assim vamos rodando na monótona highway e pagando seus intermináveis pedágios.
A monotonia só é quebrada por eventuais ultrapassagens mas no geral o visual não empolga muito. Chegando em Lós Angeles, nosso hotel fica na estrada, fora da cidade. Erramos a entrada e temos que voltar para a highway. O próximo retorno é a 5 km. Mas o que são 5 km ( na verdade 10 - 5 de ida e 5 de volta) para quem já percorreu 650 km hoje. Até aqui não houve problema com a situação política do Chile, mas amanhã vamos cruzar Santiago, uma das áreas mais afetadas. Vamos esperar para ver como vai ser.
A saída de Bariloche é pela rota 40 beirando o belo lago Nahuel Huapi. A tripulação das motos teve uma substituição: Bobbi, o recém chegado dos EUA, assumiu a BMW enquanto Rubens foi para o carro alugado. Com certeza Rubens se arrependeu de ter feito a troca. A temperatura é de 9 graus, não tem vento e a estrada é perfeita. Uma subida de serra com curvas fechadas fazem os motociclistas irem ao delírio. Chegamos a subir até 1200 metros, antes de começar a descida, com pista seca mas muita neve nos arredores. Difícil de acreditar que se teria essa condição climática na Argentina especialmente em outubro.
Depois de 120 km, chegamos na fronteira da Argentina com o Chile. Depois de fazer a saída da Argentina, continuamos subindo até chegar no Chile. E a estrada continua com um visual indescritível. Após entrar no Chile, começamos a descida da serra. Impressionante como basta passar a fronteira e o visual já muda: muito campo, gado, plantações. O Chile, devido à falta de área fértil, aproveita bem as terras. No fim da serra, um trecho de uns 20 km de estrada em construção que faz o trânsito ficar bem lento.
Após este trecho, entramos na highway. Apesar de ampla e segura, a estrada é monótona. Paramos para abastecer e comer um sanduíche. Um cartão de crédito não funciona e alguém saca dinheiro para se pagar um sanduíche. É a sorte. Na highway, há varios pedágios e só aceitam pagamento em dinheiro e só de pesos chilenos. Assim vamos rodando na monótona highway e pagando seus intermináveis pedágios.
A monotonia só é quebrada por eventuais ultrapassagens mas no geral o visual não empolga muito. Chegando em Lós Angeles, nosso hotel fica na estrada, fora da cidade. Erramos a entrada e temos que voltar para a highway. O próximo retorno é a 5 km. Mas o que são 5 km ( na verdade 10 - 5 de ida e 5 de volta) para quem já percorreu 650 km hoje. Até aqui não houve problema com a situação política do Chile, mas amanhã vamos cruzar Santiago, uma das áreas mais afetadas. Vamos esperar para ver como vai ser.
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